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Associação Tratado de Simulambuco
09 de Maio de 2008
FLEC - Assina: Henriques Tiago Nzita
2008-05-12 03:56:49
Henriques Tiago NZITA, LIDER INDEPENDÊNTISTA CABINDES DA FLEC DESEJA «BOA SORTE » AOS PACIFISTAS DE CABINDA
O Governo Provisório de Cabinda pede aos seja que diz líderes dos Partidos Políticos Pacíficos Cabindeses de dar ao Governo provisório de Cabinda, o Calendário que o Governo Angolano deu-lhes que fixa:

-1: As datas de negociações em redor de uma mesa;

-2: A evacuação dos bandos angolanos de ocupação de todo o território do Cabinda;

-3: Discutir da modalidade dos acordos de coexistência pacíficos que poderiam ser assinados entre as autoridades angolanas por um lado e as autoridades Cabindesas por outro lado.

Os líderes da Frente de Liberação do Estado de Cabinda (FLEC-Estado) actual, fundador da FLEC em 1963 assinaram repetidamente os acordos de cessar o fogo por exemplo:

-1: em Safica no território de Cabinda sob os auspícios das autoridades cubanos e da delegação Cabindesa que era conduzido pelo Sr. Arthur TCHIBASSA então membro da FLEC-FAC;

-2: em Libreville no Gabão sob os auspícios do presidente gabonês sua excelência El Hadj Oumar BONGO ONDIMBA;

-3: E vários encontra teve lugar em Paris entre as delegações angolanas conduzidas pelo ex ministro do interior angolano Pitra Petroff, composto do Deputado LANVU Normando, João Baptista LUVIAVANU, Norberto DOS SANTOS “Kwata Kanawa” e outras grandes personalidades angolanas.

E o último encontro, a delegação Cabindesa da FLEC/FAC era convidados em Brazzaville (Congo-Brazza) pelas autoridades angolanas por iniciativa do Sr. Pitra Petroff, então ministro do interior de Angola. A delegação Cabindesa era composta: Dr. Joël BATILA, Antoine NZITA M’BEMBA principalmente, e as despesas de deslocação Paris-Brazzaville-Paris eram pagadas pelo Sr. Pitra Petroff, então ministro do interior de Angola.

Apesar qualquer esta boa vontade de flexibilidade, tolerância, sensibilidade e sobretudo da vontade e determinação política do Governo provisório de Cabinda de resolver de maneira positiva este longo conflito (32 anos), as autoridades angolanas tem sempre usar sabotagem para dar a prioridade aos Assassinatos do povo pacífico de Cabinda.

Então temos a precisar aos Cabindeses lacaios das autoridades angolanas que o povo de Cabinda é um povo soberano, ele vai lutar para liberar-se da escravatura dos angolanos e a ocupação de todas as forças, degradando que tendem a usurpar a sua identidade e a sua soberania, por conseguinte as autoridades do Governo Provisório de Cabinda continuam disponíveis para as negociações pacíficas com as autoridades angolanas em redor de uma mesa na presença dos observadores da O.N.U, UA e UE.

Excepto este quadro, a luta armada que nos é imposta pelos invasores angolanos continuará!

E todos os pretendentes pacifistas têm apenas de retornar em Angola, e devem abster-se doravante de utilizar abusivamente a palavra FLEC e devem utilizar um outro.

Viva o ex Congo francês! Viva o ex Congo Belga! Viva o ex Congo Português!

Henriques Tiago Nzita

Presidente Fundador da Frente de Liberação do Estado de Cabinda (FLEC-Estado) de 1963,
Chefe supremo das Forças Armadas Cabindesas Unificadas (FACU),
Chefe do Governo Provisório de Cabinda.
(c) PNN Portuguese News Network
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